Newton papers to the world

Cerca de quatro mil páginas de manuscritos e anotações de Newton já foram disponibilizados numa biblioteca digital pela Universidade de Cambridge, no Reino Unido, onde estão guardados os trabalhos mais significativos do matemático.

 

 

 

Durante os próximos meses, a universidade vai disponibilizar novas digitalizações dos originais de Isaac Newton, entre as quais já consta o seu exemplar anotado e revisto de “Princípios Matemáticos da Filosofia Natural” .

Publicado em 1687, o tratado é para pesquisadores o texto especializado mais importante editado, pois marcou um  ponto de inflexão na história da ciência.

 

 

 

                                

 

 

 

Nos facsímiles digitalizados com técnica de alta resolução estão inclusos seus (Newton) fundamentos da física e a astronomia escritos em linguagem da geometria pura, assim como suas definições de matéria, quantidade de movimento, força centrípeta, entre outros significativos descubrimentos.

 

Cambridge Digital Library (http://cudl.lib.cam.ac.uk/).

 

 

Ler mais:

E-ELT mais próximo de se tornar uma realidade

Durante o seu 124º encontro, que se realizou na sede do ESO entre 7 e 8 de Dezembro de 2011, o Conselho do ESO aprovou o orçamento para 2012, o qual inclui  financiamento para alguns dos primeiros elementos do E-ELT. Estes elementos incluem trabalho de preparação nas estradas de acesso ao local do telescópio no Cerro Armazones e trabalho inicial no espelho de óptica adaptativa (M4 – i.e. o quarto espelho dum conjunto de cinco). Os trabalhos começarão no princípio de 2012. Espera-se a aprovação final do Conselho relativa a todo o projeto E-ELT para meados de 2012.

 

 

Nos últimos meses houve excelentes progressos no projeto E-ELT. O acordo assinado em Outubro passado entre o ESO e o governo chileno incluiu a doação de terreno para o telescópio e apoio por parte do governo chileno no projeto E-ELT (eso1139). Durante o mesmo mês, uma auditoria externa confirmou que o E-ELT pode ser efetivamente construído com o orçamento proposto de 1 bilhão e 82 milhões de euros (em euros de 2012).

Avaliações anteriores detalhadas tinham já confirmado que a concepção é tecnicamente sólida. No seu encontro de Setembro passado, a Comissão Técnico-Científica (STC, sigla do inglês Scientific Technical Committee) do ESO aprovou o plano que descreve os primeiros instrumentos a serem instalados no E-ELT e a calendarização da sua produção.

A proposta de construção detalhada do E-ELT, um amplo livro de 264 páginas, que detalha todos os aspetos do projeto, foi agora tornado público, assim como um resumo executivo.

Maior telescópio do mundo

E-ELT (European Extremely Large Telescope), será um telescópio tão grande que os astrônomos não pouparam superlativos ao batizá-lo.

O “telescópio europeu extremamente grande”, com um espelho de 42 metros de diâmetro, será instalado no Cerro Armazones, uma montanha com 3.060 metros de altitude situada na região central do deserto do Atacama, no Chile.

O local fica a cerca de 130 quilômetros ao sul da cidade de Antofagasta e a 20 quilômetros do Cerro Paranal, onde está instalado o “telescópio muito grande” (Very Large Telescope – VLT), também do ESO.

Todos os países membros do ESO estão empenhados em avançar com o E-ELT e concordaram por unanimidade como serão distribuídos os custos adicionais inerentes ao enorme projeto. Três países membros, a República Checa, a Suécia e a Finlândia, concederam já a verba adicional. Outros países membros, incluindo o maior membro do ESO, a Alemanha, declararam igualmente que estão agora em posição de apoiar o projeto financeiramente. Espera-se que fundos suficientes estejam já comprometidos até meados de 2012, permitindo assim que o projeto E-ELT tenha a aprovação final do Conselho nessa altura. Este calendário pressupõe que, nessa altura, o Brasil tenha já concluído o processo de ratificação de entrada no ESO.

“O E-ELT está a tornar-se uma realidade. No entanto, num projeto desta envergadura é natural que a aprovação de gastos adicionais demore algum tempo. O Conselho reconhece, no entanto, que o trabalho de preparação tem que começar agora, de modo a que o projeto esteja pronto para iniciar a construção em 2012,” diz o Diretor Geral do ESO, Tim de Zeeuw.

Houve também recentemente alguns compromissos de fundos nacionais para o telescópio e sua instrumentação (ann11067).

 

Entre os vários assuntos tratados durante o encontro, o Conselho do ESO elegeu por unanimidade o Prof. Xavier Barcons de Espanha para próximo Presidente do Conselho e aprovou a nomeação de um Diretor de Projeto para o E-ELT, posição para a qual estão já a ser procurados candidatos.

O E-ELT é o maior projeto alguma já empreendido pelo ESO. É também o maior projeto óptico/infravermelho instalado em solo da História da astronomia. Espera-se que o E-ELT comece as operações no princípio da próxima década.

ESO

O Observatório Europeu do Sul é uma associação de 14 países europeus, regida por uma convenção, e uma das mais bem-sucedidas organizações intergovernamentais da Europa.

Os outros países associados são: Áustria, Alemanha, Bélgica, Dinamarca, Espanha, Finlândia, França, Itália, Holanda, Portugal, Reino Unido, República Checa, Suécia e Suíça.

 

Notas

[1] O Conselho concordou que o projeto possa vir a ser completamente aprovado antes dos fundos adicionais dos países membros estarem comprometidos a 100%

 

Fonte:

Kepler 22-b

Não se sabe se é feito de rocha, gás ou líquido, mas sabe-se que o planeta extra solar Kepler 22-b tem uma temperatura à superfície que ronda os 22 graus Celsius. Já havia indicações sobre a sua existência, que agora foi confirmada pelos cientistas da missão Kepler da agência espacial norte-americana NASA.

O Kepler 22-b é 2,4 vezes maior do que a Terra, o planeta foi detetado pela primeira vez em 2009, mas só agora a NASA pôde confirmar a descoberta. Isto significa que já foi visto passar três vezes diante da sua estrela. Fica na chamada zona habitável daquele sistema solar, o que pode lhe dar condições adequadas à existência de vida. Ou seja, as suas características e a distância em relação à estrela permitem pensar na existência de água em estado líquido e de uma atmosfera que poderá ser compatível com a vida.

Ao todo, o Kepler 22-b demora 290 dias a concluir a órbita em volta do seu “Sol”. Está cerca de 15% mais perto da sua estrela do que a Terra, mas essa estrela também emite cerca de 25% menos luz, o que pode proporcionar uma temperatura amena e compatível com a existência de água em estado líquido.

Apesar de ser menor e mais fria, a estrela do Kepler 22-b também pertence à mesma categoria que o Sol. “Este é um marco no caminho da descoberta de um gêmeo da Terra”, adiantou Douglas Hudgins, pesquisador do programa Kepler da NASA.

 

Missão Kepler

A missão Kepler é a primeira da NASA que tem como objectivo encontrar planetas semelhantes à Terra e a investigação tem-se centrado na chamada zona habitável. Com o Kepler 22-b passam a ser três os exoplanetas – planetas fora do nosso sistema solar – com condições para que a vida possa ser uma possibilidade.

A equipe que confirmou a descoberta do Kepler 22-b publica o seu trabalho na revista científica "The Astrophysical Journal". Adiantou também em conferência de imprensa que foram detectados outros 1094 candidatos a planetas. Destes, dez têm aproximadamente o tamanho da Terra e orbitam na zona habitável em torno da sua estrela, mas serão necessárias mais observações para confirmar se são realmente planetas.

O telescópio espacial Kepler está acompanhando cerca de 150 mil estrelas e tem a capacidade de detectar um possível planeta porque regista pequenas diferenças na luz emitida pelas estrelas. Por vezes a diferença é mínima, quase como se se fundisse uma lâmpada entre vários milhares. No entanto, já foi possível detectar 2326 candidatos a planeta, dos quais 207 têm aproximadamente o tamanho da Terra e 680 são super-Terras. Estes resultados sugerem que os planetas que têm até quatro vezes o tamanho do nosso são mais abundantes do que se pensava.

Foram também detectados 1181 planetas do tamanho de Netuno, 203 do tamanho de Júpiter, o maior do sistema solar, e 55 ainda maiores do que este.

O observatório espacial Kepler detecta os planetas e os candidatos a planeta mediante a medição das quedas no brilho de mais de 150 mil estrelas, que são observadas para analisar se estes possíveis planetas passam na frente dessas estrelas, um movimento conhecido como trânsito.

No entanto, essa técnica não é suficiente para verificar o sinal de um planeta. Apenas quando são registrados três trânsitos, o observatório inicia o processo para determinar se é ou não um possível planeta.

 

Importante

Vale destacar que Kepler-22 b não é o primeiro planeta rochoso que se descobre na zona habitável de sua estrela. Na verdade, é o terceiro, depois de Gliese 581 d e HD 85512 b. As boas notícias são que Kepler-22 b faz parte de um grupo de 54 exoplanetas potencialmente habitáveis que foram anunciados em fevereiro de 2011. Isto é, ainda nos ficam outros 53 candidatos por confirmar, e isso sem  contar os novos dados que foram publicados hoje.

 

FAQ do Kepler-22b:

A Organização Institucional do Programa Espacial Brasileiro

No dia 9 de dezembro próximo a Associação Aeroespacial Brasileira (AAB) promoverá seu último workshop relacionado ao conteúdo do seu documento “A Visão da AAB para o Programa Espacial Brasileiro”.

 

O evento ocorrerá em auditório da Câmara Municipal de São José dos Campos e contará com a presença de legisladores e de dirigentes dos órgãos condutores, financiadores e executores do Programa Espacial Brasileiro.

Não há como ficar ausente desse que será um importante debate sobre os destinos do Programa Espacial.

 

Agende essa data e aguarde um segundo anúncio !

09/12/2011 – 18h às 22h – Auditório Mário Covas

“Organização institucional do Programa Espacial Brasileiro” – AAB – Associação Aeroespacial Brasileira -

 

 

 

Workshop AAB: Programa Espacial Brasileiro

30-jun-2011
Missões Espaciais

15-set-2011
Acesso ao Espaço

20-out-2011
Meios e Recursos

 

 

Fonte: Associação Aeroespacial Brasileira – AAB

150 Anos de Nascimento do Padre Landell de Moura

Roberto Landell de Moura foi um pioneiro das telecomunicações. Realizou as primeiras transmissões, no mundo, da voz humana a distância e sem fios. Foi precursor da chamada radiotelefonia, que nada mais é do que o rádio tal como é conhecido nos dias atuais.

Natural de Porto Alegre (21 de janeiro de 1861), Landell ordenou-se sacerdote em Roma, em 1886. Além de teologia, estudou física e química na Universidade Gregoriana, em Roma, Itália, e lá começou a esboçar a teoria na qual embasou as suas diversas invenções.

Padre e cientista, Landell realizou as suas pioneiras experiências no final do século XIX. Na mesma época, enquanto os aparelhos de Landell transmitiam a voz, os de Guglielmo Marconi, célebre inventor italiano, que inventou a telegrafia sem fios ou radiotelegrafia, emitiam sinais em código Morse (conjuntos de pontos e traços). O físico canadense Reginald Fessenden também foi um dos pioneiros na transmissão de voz (1900), mas as suas experiências foram posteriores às do brasileiro.

Autodidata na emergente ciência da rádio-eletricidade, Landell executou tudo sozinho. Com escassos recursos financeiros, projetou aparelhos, fabricou peças e testou insistentemente seus dispositivos até obter êxito na transmissão de sons sem fios.

Apesar das inúmeras dificuldades, patenteou os seus inventos no Brasil (1901) e nos Estados Unidos (1904). Nas cartas patentes, Padre Landell recomendou o uso de ondas curtas para aumentar a distância das transmissões, um fato que seria reconhecido mais tarde por outros cientistas. Também transmitiu mensagens através da luz, o mesmo princípio usado modernamente nas fibras ópticas.

Além do rádio, projetou a televisão em 1904 (a invenção oficial é de 1926), foi precursor do teletipo e um dos pioneiros do controle remoto através de ondas de rádio, sempre com esforço próprio.

Padre Landell faleceu no anonimato, em 30 de junho de 1928, na sua cidade natal. A história de Roberto Landell de Moura, um homem à frente de seu tempo, ainda hoje é desconhecida pela maioria de seus compatriotas.

A vida do Padre Landell está contada em vários livros publicados no Brasil e um na Alemanha. Todo o seu acervo encontra-se arquivado no Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Sul (IHGRGS).

Imagem – O selo retrata o Padre Landell de Moura falando ao microfone no “transmissor de ondas”, um dos aparelhos por ele inventado. O desenho foi composto utilizando uma imagem do Padre Landell (busto) e do aparelho, criando uma montagem complementada com pintura digital, numa reconstrução da realidade. Ao fundo, são reproduzidas a patente obtida em 1904, nos Estados Unidos, e a planta do aparelho. No lado esquerdo inferior, uma onda de rádio modulada em amplitude – ou AM, do inglês Amplitude Modulation, transmissão da voz humana a longas distâncias sem utilização de fios. A ambientação em tons de sépia, a moldura em tom dourado e a fonte manuscrita nos remetem à época, final do século XIX. Foram utilizadas as técnicas de fotografia e computação gráfica.

Fonte: Correios do Brasil

 

ATUALIZANDO:

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados aprovou na última quinta-feira (15), em caráter conclusivo, o Projeto de Lei 7504/10, do Senado, que determina a inscrição do nome do Padre Roberto Landell de Moura no Livro dos Heróis da Pátria.

 

Íntegra da proposta:

Passar pela porta e esquecer.

Hammershøi*

 

Entrar em um cômodo de casa para fazer “algo” e, uma vez dentro, esquecer o que queria fazer, é uma situação bastante comum, que agora tem uma explicação científica: a ação de atravessar portas.
Segundo uma equipe de pesquisadores da Universidade de Notre Dame, nos Estados Unidos, que tem estudado este fenômeno tão corrente, este tipo de esquecimentos se deve as entradas e as saídas que servem para criarem em nossa mente “fronteiras de eventos” que separam umas ideias ou intenções de outras.

Para chegar a esta conclusão, os cientistas realizaram três experimentos, em meios reais e virtuais, nos quais os participantes tiveram que desenvolver jogos de memória, ao mesmo tempo que entravam ou saiam de salas, atravessando portas.

 
Segundo os pesquisadores, o esquecimento foi mais comum quando os voluntários tiveram que fazer as tarefas encomendadas atravessando diversas portas, que quando os participantes ficaram desenvolvendo suas tarefas em um lugar fixo.

Estes resultados sugerem que as entradas ou saídas físicas bloqueiam a capacidade de pensar ou de seguir decisões tomadas em outro cômodo, porque as portas funcionariam como marcadores fronteiriços em nossa mente, separando episódios de atividade e reforçando a compartilhamento de nossos pensamentos, explica o rofessor Gabriel Radvansky responsável pela pesquisa.

O estudo foi publicado no Quarterly Journal of Experimental Psychology.

A perigosa Fobos-Grunt

As tentativas feitas na madrugada e na manhã de sábado (12) para entrar em contato com a sonda Fobos-Grunt não tiveram qualquer resultado, informam as agências russas, citando fontes da indústria espacial.

A órbita da sonda é neste momento de 206 x 340 quilômetros, e baixando. Se não for restabelecido  o controle da nave, a Fobos-Grunt reentrará na atmosfera terrestre entre o dia 25 de novembro ou final de dezembro. Carregada com 13505 kg de combustíveis hipergólicos (hidrazina e tetróxido de nitrogênio), a sonda poderá ser um dos satélites mais perigosos que já reentraram sem controle, superando, e muito, os recentes incidentes do UARS ou do ROSAT. De verdade, não atingiria a gravidade de um incidente como o causado pelo satélite Kosmos 954, mas estaremos ante uma situação de perigo que se somaria à da perda da sonda.

Só esclarecendo, nos últimos dias multiplicaram-se os temores sobre uma possível contaminação radioativa por causa de uma pequena quantidade de cobalto-57 que a sonda leva em um de seus instrumentos (espectrômetro Mössbauer). Na verdade, a nave mal transporta 0,05 microgramas deste isótopo, de modo que não há risco algum.

O lançamento da Fobos-Grunt deveria marcar o início de uma missão de 34 meses que incluía o voo a Fobos, uma das duas luas de Marte, o pouso em sua superfície e, finalmente, o retorno à Terra de uma cápsula com 200 gramas de amostras do solo do satélite marciano.

 

Kosmos 954

Em janeiro de 1979 um satélite militar soviético (Kosmos 954) portando um pequeno reator nuclear ficou descontrolado, vindo a cair no Canadá. O sistema de ejeção do reator falhou e o satélite reentrou na atmosfera com seu reator acoplado,felizmente em área desabitada. O serviço de inteligência norte americano chegou a lançar um alarme atômico para os paises ocidentais.

A queda do Kosmos 954 ocorreu na região noroeste do Canadá, gerando contaminação em milhares de quilômetros quadrados de superfície.

Termina Marte 500

 

A expedição simulada “Marte 500″, de quase em um ano e meio de duração, terminou hoje com sucesso no Instituto de Problemas Biomédicos da Academia de Ciências russa.

As escotilhas da “nave” seladas em 3 de julho de 2010 foram abertas nesta sexta-feira e os seis participantes no projeto foram recebidos com aplausos e exclamações de alegria de suas esposas, filhos, parentes, amigos e jornalistas.

O chefe da agência espacial russa Roscosmos, Vladímir Popovkin, também assistiu ao “ato de boas-vindas” e saudou os voluntários que permaneceram 520 dias encerrados no simulador de vôo instalado no citado instituto.

Já que o programa de investigações médicas ainda continua, os “martenautas” se absterão de conceder entrevistas até o 8 de novembro, dia em que participarão na primeiracoletivade imprensa em RIA Novosti.

 

O chefe da “expedição” foi o russo Alexei Sítev, seu compatriota Sujrob Kamólov foi o médico de bordo e o também russo Alexandr Smoleevski desempenhou o papel de cosmonauta pesquisador. O técnico de voo foi o francês Romain Charles enquanto o ítalo-colombiano Diego Urbina e o chinês Wan Yue também foram pesquisadores.

 

Arthur Clarke, da ficção ao espaço sideral

Que eu conheça, não existem muitos documentários sobre Arthur Clarke, em português muito menos. Mas agora temos um documentário genuinamente brasileiro sobre o Clarke. É uma video-biografia síntese do grande ficcionista, uma produção de Pepe Chaves, editor do Diário Digital Via Fanzine.

 

 

 

 

O documentário está dividido em duas partes, abordando sua influência e colaboração ao desenvolvendo de novas tecnologias.

A primeira parte traça um perfil desse escritor britânico; aborda "2001, uma odisseia no espaço", sua mais consagrada criação, além de outras obras.

A segunda parte desse documentário destaca "as três leis de Clarke", apresenta considerações sobre o projeto do Elevador Espacial e traz um pronunciamento de Arthur Clarke gravado no final de 2007 pela TVE Asia-Pacific, com tradução ao português.

ASSISTA ÀS DUAS PARTES:

Parte 1: http://www.youtube.com/watch?v=L3ufHmo3H1g
Parte 2: http://www.youtube.com/watch?v=Qtj3RBQkT8U

Satélite NPP, a nova geração

A agência espacial americana (Nasa) está pronta para lançar, no próximo dia 28 de outubro, o primeiro satélite de observação dedicado especialmente à mudança climática. "O National Polar-orbiting Operational Environmental Satellite System Preparatory Project" ou NPP representa um primeiro passo crítico na construção da próxima generação de satélites de observação terrestre.

A missão concebida a recopilar dados essenciais para melhorar as previsões meteorológicas a curto prazo e compreender melhor a mudança climática a longo prazo.

O NPP está equipado com cinco instrumentos científicos que poderão analisar a camada de ozônio, medir temperaturas atmosféricas e o movimento das placas polares, assim como monitorar outras geleiras essenciais para a ciência da mudança climática. "As observações do NPP (…) nos darão uma ideia total das mudanças que ocorrem no nosso planeta", explicou Jim Gleason, responsável científico deste satélite, no centro Goddard para voos espaciais da Nasa, em Greenbelt (Maryland).

Os instrumentos do NPP

Advanced Technology Microwave Sounder (ATMS): O 22 canais do radiômetro a microondas, criará perfis de temperatura e de umidade que os meteorologistas incluirão em suas bases de datos de previsões meteorológicas;

Cross-track Infrared Sounder (CrIS): O Interferômetro de Michelson, terá como papel  vigiar particularidades atmosféricas tais como a umidade e a presão, além de registrar dados que serão utilizados para melhorar as previsões meteorológicas;

Ozone Mapping and Perfilar Continuación (OMPS): OMPS, construído pela Bell Aerospace, formado por um sensor óptico que recolherá dados sobre o ozônio recolhido desde o espaço;

Visible Infrared Imaging Radiometer Continuación (VIIRS): VIIRS, desenvolvido pela Raytheon Space y Airlímite Systems, é um radiômetro similar ao instrumento MODIS instalado sobre o satélite AQUA. MODIS (Moderate Resolution Imaging Spectroradiometer)  Éle recolherá medidas no comprimento de onda tanto no visible como no infra-vermelho, do processo dinâmico da superfície da Terra,  como os incêndios e os descongelamento de geleiras.O VIIRS também permitirá medir propriedades atmosféricas e oceânicas, incluindo as nuvens e a temperatura da superfície dos oceanos;

Clouds and the Earth’ s Radiant Energy System (CERES): Os 3 canais deste radiômetro medirão a radiação solar refletida, emitida pela radiação terrestre.

Os meteorologistas da Agência Oceânica e Atmosférica Americana (NOAA) incorporarão os dados obtidos pelo NPP em seus modelos para produzir previsões meteorológicas e de vigilância que auxiliem nos serviços de emergência e no combate aos diferentes tipos de catástrofes naturais.

 

 

 

O NPP será lançado por um foguete Delta II da United Lauch Alliance – uma associação entre a Boeing e a Lockheed Martin – da base aérea de Vandenberg, na Califórnia. Com o peso de 2,13 toneladas, o satélite ficará em órbita a 824 km de altitude e circulará a Terra 14 vezes por dia.

 

Página da missão: http://npp.gsfc.nasa.gov/index.html

 

ATUALIZANDO:

A Nasa lançou nesta sexta-feira a partir da base aérea de Vandenberg, na Califórnia, o primeiro satélite de observação das mudanças climáticas NPP, que também registrará as principais variáveis meteorológicas.

O foguete Delta II da United Launch Alliance, com o satélite NPP (National Polar-orbiting Operational Environmental Satellite System Preparatory Project) decolou às 9h48 GMT (7h48 horário de Brasília).

 

 

 

O foguete Delta II forma um arco no céu da Califórnia

 

 

 

Outra imagem sensacional, também de Ben Cooper/Spaceflight Now

 

 

 

 

ATUALIZANDO:

Link para um arquivo PDF (paper model) que pode ser impresso, recortado e montado, do satélite NPP: http://jointmission.gsfc.nasa.gov/images/D1978_NPP_Paper_Model_Letter_OPTIMIZED.pdf

Atualização:

Responsável por fazer imagens radiométricas do globo terrestre a bordo do satélite NPP da Nasa, o Instrumento Visible Infrared Imager Radiometer Suite (VIIRS) enviou à Terra a primeira imagem feita do espaço nesta última segunda-feira, 21.

http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,satelite-npp-da-nasa-apresenta-primeira-imagem,802027,0.htm

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